O deputado federal José Guimarães (PT) foi empossado, nesta terça-feira (14), na Secretaria das Relações Institucionais (SRI), que tem status de ministério no Governo Lula. Em discurso, ele disse que "virou a chave" e desistiu da campanha ao Senado Federal. O movimento abre espaço para outros nomes governistas no Ceará.
"Estou muito feliz. Muita gente me perguntou: 'Como está a sua cabeça, o seu psicológico?'. Eu quero dizer que estou de boa, virei a chave. Não vou disputar eleição e vou servir ao Brasil. Finalizo, presidente, dizendo que o sr. contará comigo. Foi muito difícil para o pessoal do Ceará aceitar isso. Os militantes, o nosso grupo. Tive uma conversa com o governador Elmano, mas só recebi elogios pela minha decisão", declarou.
O presidente Lula (PT), o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o governador Elmano de Freitas (PT) compareceram à cerimônia. A presença de ministros, dos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, de lideranças partidárias e dos governadores potiguar, Fátima Bezerra, e maranhense, Carlos Brandão (PSB), também foi destaque.
Com a ida para o ministério, Guimarães fica inelegível para o pleito de 2026, encerrando, na prática, o sonho de ocupar uma cadeira no Senado Federal. A decisão também reorganiza o cenário político no Ceará, facilitando as articulações do governo na montagem da chapa majoritária para o próximo ciclo eleitoral.
A base de apoio ao Palácio da Abolição tem, após a saída de Guimarães, outros quatro pré-candidatos ao Senado: Júnior Mano (PSB); Chiquinho Feitosa (Republicanos); Domingos Filho (PSD); e Eunício Oliveira (MDB).
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