A expansão da aquicultura no Ceará segue em ritmo constante. Em 2025, o Estado registrou 16.233 hectares destinados à criação e cultivo de organismos aquáticos, como peixes, camarões, ostras e algas. O dado consta em levantamento da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme).
O estudo mostra crescimento em relação aos anos anteriores e confirma a consolidação da atividade no território cearense. A produção ocorre em ambientes controlados, estrutura que permite o desenvolvimento organizado desse tipo de cultivo.
Nos últimos anos, o aumento da área utilizada pela atividade tem sido gradual. Em 2023, o mapeamento apontou 14.603 hectares ocupados por empreendimentos aquícolas no Estado.
Em 2024, o total chegou a 15.288 hectares. O novo levantamento registrou avanço adicional até alcançar os atuais 16.233 hectares destinados à atividade.
A presença da aquicultura foi identificada em 72 municípios cearenses. A maior concentração ocorre na faixa litorânea e em áreas do Centro-Leste do Estado.
Entre as cidades, Jaguaruana e Aracati concentram quase 33% de toda a área aquícola existente no Ceará. O protagonismo dos dois municípios evidencia a força da atividade nessas regiões.
O ranking municipal em 2025 coloca Jaguaruana na liderança, com 2.631 hectares destinados ao cultivo. Aracati aparece na sequência, com 2.591 hectares ocupados por empreendimentos do setor.
Acaraú e Beberibe também figuram entre os principais polos produtivos. As áreas destinadas à aquicultura alcançam 1.638 hectares em Acaraú e 1.115 em Beberibe.
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